Como não desistir dos seus objetivos de vida?

Para realizarmos qualquer tarefa é imprescindível criar uma química perfeita entre a vontade de realizar, a preparação e o conhecimento do caso e a indispensável intuição.

Conheça o jovem Empolgonildo e saiba como não desistir dos seus objetivos de vida

Vamos conhecer um pouco sobre um jovem chamado Empolgonildo. Na flor de seus 18 anos, tem o fervor da juventude pulsando de maneira tão acelerada em si que ele quer realizar qualquer atividade, sem delongas, e, muitas das vezes, não quer nem saber como vai proceder para colocar as ideias em prática. Uns dos seus hobbies preferidos atualmente é a tecnologia. Ele ficou tão apaixonado pelo tema, que começou a passar horas pesquisando sobre o funcionamento de alguns mecanismos do mundo virtual. Em poucos dias, já falava para seus amigos que era conhecedor de tudo. Então, foi indagado por um deles se era capaz de construir algo para este ramo. Empolgonildo não hesitou e respondeu: “SIM!!!”. Então, esse amigo o convidou para realizar um teste prático, durante uma entrevista de emprego. Chegando lá, o jovem visionário ficou diante de um computador por horas, sempre com o semblante preocupado, até exceder seu tempo limite na avaliação. Resultado: Infelizmente não conseguiu a vaga pois não realizou mais que 10% do objetivo que lhe foi proposto. Com esse fato, Empolgonildo perdeu a confiança em si mesmo. A partir de então, procurava desculpas para “fugir” de todas as ações a que era convocado, sempre desanimado. Até ganhou um apelido de seus colegas mais próximos: Precipinildo. O tempo passou e pouco se ouviu falar de Empolgonildo.

O escritor Paiva Netto tem um pensamento que ilustra bem esse caso, ao afirmar: Como tenho dito aos Jovens da Legião da Boa Vontade: a questão é querer fazer o Bem. Fazer, mas fazer certo!” No período juvenil, os mais moços têm um vigor que é característico dessa fase da vida humana. Entretanto, para realizarmos qualquer tarefa é imprescindível criar uma química perfeita entre a vontade de realizar, a preparação e o conhecimento do caso e a indispensável intuição, espécie de “bônus” que temos a nossa disposição, e que pode ser acessada a todo instante. Vale ressaltar que não estamos aqui fazendo um convite a você, jovem, para que abandone esse fator primordial que é a motivação, a vontade de realizar, porém, estamos indicando que não podemos fazer as coisas apenas POR empolgação, mas, sim, COM entusiasmo.

Existe distinção entre empolgação e entusiasmo?

“Qual é a diferença entre os dois?”, alguém pode indagar. O primeiro caso, podemos considerar como algo bastante arriscado, pois quando realizamos algo apenas com o ardor, o calor do momento, mas sem o conhecimento de como chegar ao objetivo principal — estabelecendo um plano para prever e saber lidar com as surpresas que ocorrem no caminho —, quando surgem as situações adversas (e elas acontecem de maneira natural em nossa trajetória), podemos nos encontrar como aquelas pessoas descritas na Carta de Jesus à Igreja em Éfeso, constante de Seu Apocalipse, segundo João, 2:1 a 7. Vamos acompanhar esse relato, na íntegra, e, na sequencia, continuaremos refletindo:

Carta à Igreja em Éfeso

1 Ao Anjo da Igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz Aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro:

2 Conheço as tuas obras, assim o teu labor, como a tua perseverança, e que não podes suportar os maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos;

3 e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.

4 Tenho, porém, contra ti que abandonaste a tua Primeira Caridade.

5 lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te, e volta à prática das primeiras obras; se não, virei a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas.

6 Mas isto tens de bom: detestas as obras dos nicolaítas, as quais eu também desprezo.

7 Quem tem ouvidos de ouvir ouça o que o Espírito diz às Igrejas do Senhor. Ao vencedor, darei a comer os frutos da árvore da Vida Eterna que se encontra no paraíso de meu Deus.

 

Continuando a analisar o nosso tema: Conseguiram perceber para o que o Cristo Ecumênico quer nos chamar a atenção? Certamente, Ele previu que os seres humanos podem deixar-se abater e, com isso, abandonar no meio do caminho os seus ideais, seus objetivos, ou seja, a Primeira Caridade, muita das vezes por realizar tudo apenas POR empolgação.

De um modo  geral, quando surge o primeiro óbice, começamos a criar o medo em nossa Alma, justamente por não termos previsto que o percurso não é constituído apenas de caminhos retos. Quem planeja tem consciência de que o trajeto também é feito de curvas. Fazendo uma breve analogia: um piloto de automobilismo estuda o percurso antes de disputar uma prova, para saber onde reduzir a velocidade e não bater contra a parede, não é mesmo? Mas o que o motiva a conhecer o trajeto antes de correr é o seu objetivo de se tornar um vencedor. E é aí que entra o fato de agirmos COM entusiasmo, como uma espécie de combustível, não permitindo que o ideal esmoreça no meio do caminho.

Entusiasmo Legionário

O grupo de Jovens da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo é chamado de Juventude Ecumênica Militante da Boa Vontade de Deus. Não somos perfeitos, tá?! Mas sempre procuramos estar atentos e nos aprofundando no roteiro que Jesus sugere, perseverando no Ideal da Boa Vontade Divina, que reflete nossa ação de querer sempre o Bem do nosso próximo. Assim, tanto em nossa vida pessoal quanto na profissional, procuramos nos espelhar nos exemplos apresentados pelo Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, para evitar que caiamos nas armadilhas mentais que nós mesmos criamos, sempre que geramos impeditivos para as nossas realizações.

Sabemos que o Celeste Amigo conhece o comportamento de cada um, como foi apresentado na passagem do Apocalipse que lemos acima. E quem nunca passou por um momento como esses, de decidir fazer algo e desistir no meio do caminho? Pode acontecer com qualquer um, mas o importante é sabermos reconhecer os fatos e, com isso, mudarmos de postura. Daí mantermos firme a nossa perseverança e a esperança como retrata Martinho Lutero (1483-1546) ao declarar: “Mesmo que soubesse que o mundo
acabaria amanhã, ainda assim plantaria hoje uma macieira”
.

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Então, fazemos o convite para que você participe das diversas atividades fraternas promovidas pelos Jovens de Boa Vontade que agem COM entusiasmo na construção de “um Brasil melhor e de uma Humanidade mais feliz!”. Quer saber como? Coloque seu e-mail no campo abaixo que falaremos com você. Para outras informações, ligue: 0300 10 07 940 (custo de ligação local mais impostos).

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