JESUS ESTÁ CHEGANDO!

Como apressar a Volta de Jesus?

Ao refletir sobre a importante relação de cada um de nós com esse esperado retorno, o jornalista Mário Augusto Brandão, de Glorinha, RS, analisa como unir o potencialmente útil — a melhora da vida terrena — ao espiritualmente agradável, necessário e eterno — a Volta Triunfal de Jesus.

Mário Augusto Brandão

Diante do atual momento geopolítico no planeta Terra, em que um terceiro conflito mundial ameaça ultrapassar as fronteiras da retórica, muitos depositam suas esperanças no tão esperado retorno do Divino Mestre para que possa ser inaugurado, no orbe terrestre, o que anuncia a Sétima Trombeta no Apocalipse de Jesus, 11:15: “O sétimo Anjo tocou a trombeta, e se ouviram no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Deus e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos”.

O que talvez alguns desconheçam é que essa esperança não está apenas no louvável campo do sentimento contemplativo, mas também no pragmático. Pedro Apóstolo — nos versículos de 9 a 13 do capítulo 3 de sua Segunda Epístola — vem ao encontro do nosso raciocínio ao advertir que podemos apressar a Volta de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista: “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.

“O Dia do Senhor virá, entretanto, como ladrão, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos aéreos se desfarão abrasados; também a Terra e as obras que nela existem serão atingidas.

“Visto que todas estas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser como aqueles que vivem em santo procedimento e piedade,

esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão.

“Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos Céus e nova Terra, nos quais habite a Justiça”.

Daí surgir a indagação: Como apressar a Volta de Jesus, num mundo onde o desamor impera? O mesmo Apóstolo Pedro colabora com a resposta ao afirmar: “(…) deveis ser como aqueles que vivem em santo procedimento e piedade (…)”.

Essa sábia orientação do Consolidador do Cristianismo nascente faz-nos remeter o pensamento à Ordem Suprema do Cristo, constante do Seu Evangelho, segundo João, 13:34 e 35: “(…) amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros”.

Na publicação Paiva Netto e a Proclamação do Novo Mandamento de Jesus — A saga heroica de Alziro Zarur (1914-1979) na Terra (2009), primeira obra literária produzida pela Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, criada pelo Irmão Paiva, encontramos basilar análise do Presidente-Pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo sobre ser o Novo Mandamento de Jesus uma verdadeira revolução espiritual.

Esclarece o Irmão Paiva Netto: “(…) o Novo Mandamento de Jesus transforma os seres, a tudo diviniza. Por isso mesmo, é ‘a alma do Universo’, fator que gera a vida, é o Princípio Fundamental do Ser. Está em toda parte e é Tudo, porque é Deus. E ‘Deus é Amor’, ao que Zarur complementava: ‘e nada existe fora desse Amor’.

“O Novo Mandamento de Jesus é a verdadeira revolução, visto que ela se realiza e se eterniza no nosso Espírito.

“Integremo-nos a essa Regeneração Espiritual que começa e acontece em nosso íntimo! É a nova Renascença, que se origina do seio de Deus, não apenas para a Religião, como também para a Política, a Ciência, a Filosofia, a Economia, a Arte, o Esporte etc.

“O mundo tem tanta pressa para chegar, mas não se sabe bem aonde. No entanto, a análise tranquila do Novo Mandamento do Catedrático Celeste, a Bússola de nossa mais legítima esperança, é essencial para que – na Velocidade de Deus – alcancemos o destino certo e seguro para nossas vidas”.

Entretanto, alguém pode argumentar: “Mas é tão difícil! Veja a violência física, moral ou espiritual a todo momento, nas ruas, nas escolas, nas casas, nas empresas, nas cidades no mundo!”

Nesta mesma publicação da Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, o Irmão Paiva Netto, sabiamente, contra-argumenta: “Contudo, meu amigo, para chegar a esse ponto, quanto já infelizmente se fez de mal neste orbe?! É indispensável, pois, semelhante coragem e tamanho empenho com que se construíram conjunturas perversas, na trajetória da civilização, para desfazê-las com boas normas e atitudes, e não apenas palavras”.

E mais: “Novo Mandamento, eternamente novo*, que a tudo renova, abastece, revigora e impele à vanguarda. Por isso, não desistamos jamais desse aprendizado. É passo permanente na jornada ao encontro do Pai Celestial, que deseja ver para abençoar a grande confraternização de todas as Suas Criaturas”.

 

Instante crucial

Daí ser necessária atenção total aos indícios que apontam para o retorno do Divino Mestre ao orbe terrestre, principalmente a dos que, na Religião Divina, recebem a incumbência da pregação. Em sua mais recente obra A Missão dos Setenta e o “lobo invisível”, o escritor Paiva Netto reforça a orientação de que “estejamos atentos aos sinais da Volta de Jesus”, ao afirmar: “Em momentos tão graves como estes que presenciamos no mundo, torna-se imprescindível o ofício do pregador ou da pregadora no convite eloquente a cada ouvinte, telespectador e internauta para que estejam atentos aos sinais da Volta Triunfal do Cristo. Não podemos andar distraídos da nossa responsabilidade para com o Supremo Condutor deste orbe.

“É indispensável que todos entendam o que está sendo dito aqui, pois se trata dos encargos de um apostolado que exige atenção e forte sentido de dever, principalmente porque vivemos um instante crucial na História, anunciado desde os mais antigos Profetas, em especial no Apocalipse de Jesus (…)”.

É, sem dúvida, uma das grandes empreitadas das novas gerações da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. Cônscio disso, o Irmão Paiva, durante palestra realizada em 24 de outubro de 2001 (quarta-feira), na cidade do Porto, em Portugal, reiterou: “Eis a vossa missão, jovens: juntar todos esses que não quiseram ouvir a voz Daquele que tão amoroso, generoso, beneplácito, desde a fundação do mundo, quis juntar os filhos de Jerusalém Celestial como a galinha reúne, pressurosa, os seus pintinhos debaixo das suas asas. Que maravilhosa figura de retórica! O Supremo Benfeitor nos convida a acompanhá-Lo e a mostrar quão paciente é a Sua Alma Divina. Aquele que disse no Evangelho, segundo João, 10:11: ‘Eu sou o Bom Pastor. E o Bom Pastor dá a própria vida pelas suas ovelhas’. Como eu vos disse, acredito na Divindade do Cristo, por isso procuro viver a Sua humanidade. É o que espero que todos vós façais”.

Eis aí o grande exemplo de nosso Irmão Paiva Netto e a confiança dele em cada um de nós de tornarmo-nos copartícipes da gloriosa tarefa de apressar a Volta Triunfal de Jesus à Terra.

 


* “Novo Mandamento, eternamente novo” — Expressão de Alziro Zarur (1914-1979).

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