Cartas diversas

Jonas da Silva Quintela | Rio de Janeiro, RJ

Após um dia de trabalho honrado no socorro às Almas sofredoras, como de costume o fazemos quando servimos à Religião Divina, li um glorioso texto em seu livro Os mortos não morrem, nas páginas 439 e 440, no subtítulo “Direito à luz do Espírito de Caridade”, e pude desfrutar de tamanho teor revelativo:

“Acerca da Caridade Completa e da Espiritualidade Ecumênica que devem iluminar o Direito, o grande regulador das relações humanas, por meio de seus códigos e de suas normas –, certa vez ouvi alguém dizer pela televisão:

“— Ah, não fale em Espiritualidade, em Caridade comigo! Isso é lá com os religiosos!

“Esses ainda não perceberam que a Caridade Completa, aliada à Espiritualidade Ecumênica, é um notável mecanismo da Política de Deus, constituindo-se em sólido pilar da Economia Divina. Não se esquecendo de alimentar as carências físicas, suprem-se os Espíritos com o imprescindível nutriente da vivência do Amor Fraterno, que estimula a busca pela própria sobrevivência. Portanto, um trabalho estratégico de autopreservação coletiva. Caridade é sinônimo de Deus, porque ‘Deus é Amor’ (Primeira Epístola de João, 4:8). Por isso, a considero a Ideologia Divina do espírito de Justiça.

 

Ao consultar também o Relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde), percebi que uma multidão em todo o mundo segue com uma estatística nunca antes vista de depressão e de transtornos mentais e psicológicos. O Brasil já alcança um dos maiores índices de depressão da América Latina. A cada dia que passa, mais e mais pessoas procuram seus livros como forma de cura absoluta para a Alma. Como foi o exemplo do Irmão Luiz Fernando Ribeiro, que adquiriu vinte exemplares do livro Os mortos não morrem e ofereceu de presente para seus amigos e parentes.

Diante de tamanho diagnóstico, chegamos a uma flagrante conclusão: nada é mais importante que a sua caneta, Irmão Paiva, quando toca um rústico papel desenhando os novos modelos disciplinadores que, com a magia divina, retira o véu das mais profundas lições do Santo Evangelho de Jesus. O senhor tem, de forma lúcida, aplicado para os povos a medicina do Céu, que é uma vacina de fluidos curadores nos cansados Espíritos que se encontram na matéria, pois são páginas que levam às consciências um altíssimo padrão educacional.

Mesmo que grandes multidões tenham seguido os ecos das guerras e das hediondas violências, hipnotizadas, sem perceber, pelos lobos visíveis e invisíveis, como Moisés que bradou bem forte diante do Faraó — “Deixa meu povo ir” — uma voz de trovão se ergue em cada artigo ou página que as tintas da sua Alma fazem materializar em forma de ensinamento e conteúdo reformador, e tem se transformado em braços que acolhem, mãos que socorrem os sofredores, vozes que esclarecem as famílias, faces alegres que transmitem sorrisos, faróis que aclaram a ciência do mundo, naus potentíssimas que conduzem as Almas às águas mais profundas da existência espiritual.

Escreve, nobre irmão e amigo, pois tens trazido ao mundo transitório os avançadíssimos tratados que corporificam os exemplos de Jesus. Suas Epístolas na formação dos novos livros sagrados vêm convocar os campos religioso e científico a seguirem de forma acertada e consciente para o grande benefício da união dessas duas irmãs, que precisam se respeitar. Quantas vezes os Amigos Espirituais têm repetido: “O Sol brilha nas Casas de Deus”. E quem é esse Sol? É Jesus usando os talentos maravilhosos que o senhor desenvolveu e os levou ao ápice. Esse Sol são suas Obras escritas, que têm acendido nos recônditos da nossa Alma a Luz do puro Evangelho do Divino Salvador! É a mesma tocha constantemente acesa que ilumina as Colunas dessa Sacrossanta Obra e nos revela os códigos sagrados do Cristianismo do Cristo. É o Sol que rebrilha nas sombras do egoísmo e do desamor que, como um vulcão, tem devastado nosso sofrido planeta, como certa feita o fez com a cidade de Pompeia, na antiga Itália.

Se Albert Einstein, com sua fórmula E=mc2, jogou por terra a matéria (cuja conceituação moderna é nuclear), o senhor, com Os mortos não morrem, vem derrubando o difícil muro do materialismo. Com o brilhantismo dessas páginas de Luz, deu uma marretada no duro concreto de ideologias ultrapassadas. São escritos que representam o coração das Instituições da Boa Vontade de Deus; a máquina cerebral da Comunicação 100% Jesus; as gigantescas asas da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo; o portal esfuziante que dá vida à Revolução Mundial dos Espíritos de Luz; o vivo brasão da Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista; a voz exuberante do Ecumenismo Divino; o supremo apanágio da Política de Deus; a iluminadíssima Alma da Quarta Revelação!

As excipientes ideologias da Terra, longe de dar cabo aos milhares de doenças psicossomáticas que ainda passam sem perceber entre os dedos da avançada formação da medicina humana, ainda levam muitos a total loucura. Mas eis que Jesus, ressuscitado em suas obras escritas, Irmão Paiva, cumpre a promessa de que voltaria ao terceiro dia (hoje ao terceiro milênio). Em forma doutrinária, o Divino Mestre vem impor Suas Mãos Sagradas sobre o mundo, ainda morno e quase morto, como o fizera com Lázaro há dois milênios: “Lázaro, vem para fora!” (Evangelho de Jesus, segundo João, cap. 11 integral), e o irmão de Marta e Maria saiu vivo ao encontro do Divino Pastor! Assim acontece com aqueles e aquelas que se encontram com suas obras, Irmão Paiva! Deixam os túmulos da morte e vão ao encontro dos braços Daquele que disse: “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”. 

Só um gênio do nosso tempo, com um esforço sobre-humano, foi capaz de materializar em forma de livro um átomo vivo do místico corpo do Cristo Ecumênico, pois traz a marca eterna do Seu soberano DNA de Amor. É como compor a música do vento e ainda transportar para o papel a força de leões. Os mortos não morrem é capaz de reunir o sonho de muitos e muitos Apóstolos e seguidores verdadeiros de JESUS do passado e do presente, da Terra e do Céu, convocando-os a uma novíssima aliança.

Ninguém resiste a tamanho amor que o senhor imprimiu ao liderar essas Casas Divinas, pois já convertestes o impossível em um companheiro de jornada e hoje ele caminha ao nosso lado. Diante de tamanha Obra salutar, a pobreza se revestiu de ouro finíssimo e marcha em nossos pelotões; a desavisada dúvida ganhou a certeza do Amor Divino e segue com total convicção; como Sanção redivivo tens derrubado os gigantes Golias do mal.

Despeço-me, agradecendo mais uma oportunidade a mim concedida de abrir meu coração, que é eternamente grato à sua generosa sabedoria.

Jonas da Silva Quintela

Rio de Janeiro, RJ

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