Notícias
O Irmão Jean Wayne Lopes, de Goiânia/GO, nos fala sobre sua vida dedicada ao voluntariado e a emoção espiritual que toma conta de seu coração na Religião do Terceiro Milênio:
É uma alegria contar sobre minha trajetória nessa Casa Bendita. Meu primeiro contato foi marcante. Eu era um menino, devia ter uns 13 anos, e minha família morava em Inhumas/GO. Eu me lembro até hoje de ver um senhor conduzindo uma carroça, e nela tinha um cartaz com um coração bem grande, escrito “LBV”. Fiquei curioso para saber o que era aquilo. Quando cheguei em casa, contei para minha mãe, Leontina Maria Lopes (1937-1998), o que tinha visto e ela me disse: “Meu filho, esse é o nosso Irmão Wisquival Borges, que todo sábado recolhe doações para a Creche Alziro Zarur, aqui em Inhumas”. Gostei muito daquele coração na carroça. Dava para ver de longe. Aquela ação criativa criou uma identificação comigo.
Minha mãe sempre ajudava com doações e o Irmão Wisquival a convidou para conhecer a LBV. Ela sempre foi uma pessoa espiritualizada e tinha um modo de falar muito encantador, se expressando muito bem. Então, minha mãe aceitou o convite, nós fomos juntos à LBV e nunca mais saímos. Passamos a frequentar as reuniões, os congressos e a participar das atividades voluntárias. Eu me recordo de que, certa vez, ainda na década de 1970, fomos até o Rio de Janeiro assistir a um congresso com o saudoso Irmão Alziro Zarur (1914-1979) no Sampaio Atlético Clube, onde ele reuniu Legionários de todo o Brasil. Fiz questão de ir lá para a frente da mesa em que ele conduzia a reunião e, na hora da prece, fiquei muito emocionado. Nossa, que vibração boa senti naquele momento! Tenho essas imagens e sentimentos vivos no meu coração até hoje.
Em 1982, passado algum tempo daquele congresso no Rio, a LBV já estava sob a Presidência do Irmão Paiva e a gente soube que ele viria a Goiânia. Minha família estava lá para recebê-lo. E fiquei muito encantado com a forma como pregava, com o jeito de conversar com a gente. Sempre foi muito atencioso e educado, fazia questão de cumprimentar a todos. Quando acompanhamos a reunião com ele, foi muito marcante. Ele leu o Poema do ex-futuro doutor, de Alziro Zarur, no livro Poemas da Era Atômica. Aquela leitura caiu como uma luva para mim. Naquele dia, tomei a decisão de seguir a LBV, sob a liderança do Irmão Paiva. Eu me recordo de que chorava muito, mas pedi a palavra para agradecer a ele. Então, ele me deu um quadro do Irmão Zarur, que tenho até hoje. Foi um dia muito especial na minha vida. Tinha acabado de passar no vestibular para Agronomia, mas só ia começar a faculdade uns seis meses depois. Então, cheguei para dona Leontina e disse: “Mãe, como não estou fazendo nada, vou lá ajudar na LBV”. Já era meu coração apontando o caminho a seguir. Minha mãe ficou encantada. Aliás, com muita gente que participou daquela reunião com o Irmão Paiva aconteceu o mesmo. Meu querido pai, João Ferreira Lopes (1930-2026), também abraçou a Divina LBV e sempre nos apoiou muito nessa missão, desde o início. Ele é um Legionário da Boa Vontade aguerrido, recentemente retornou ao Mundo Espiritual aos 94 anos. Na época da pandemia da Covid-19, por exemplo, ele começou a colocar uma cesta com edições da revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! na porta de casa e presenteava os que passavam.
Sempre gostei de música e, todas as vezes que posso, estou com meu violão nas visitas do DAE [Departamento de Assistência Espiritual da Religião Divina], nos eventos legionários, nas Cruzadas do Novo Mandamento de Jesus. Também sou um multiplicador voluntário da revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! e faço as Campanhas de Entronização do Novo Mandamento de Jesus nos Corações de Boa Vontade. Na LBV, conheci minha querida esposa, Sônia Maria Cândida Lopes. Somos pais de três filhos, Susi, Jeane e João Antônio, e temos cinco netos, todos engajados na nossa amada Legião da Boa Vontade.
Ficamos muito emocionados em 2004, durante o 29º Fórum Internacional do Jovem Ecumênico da Boa Vontade de Deus, em Goiânia/GO, quando o Irmão Paiva leu para todos os presentes uma mensagem espiritual de minha querida mãe. A gente sabe que a vida no Mundo Espiritual reflete nossas ações aqui na Terra, por isso já imaginava que ela estivesse bem e até mesmo trabalhando no Plano da Verdade. Quando minha mãe diz: “Mantenham-se unidos na Religião Divina”, é ela falando o que sempre disse para a gente, o que sempre nos pediu. Ela me dizia: “Jean, vai fazer música, vai cantar”. Ela mesmo escrevia as letras e me dava. Eu afirmava sempre para ela que a Música Legionária é o Amor de Jesus em melodia. Dona Leontina deixou muita saudade, mas a gente sabe que ela está muito bem e, com certeza, um dia vamos nos reencontrar.
O importante é ter sempre Jesus como referencial! Ele mesmo afirmou: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Santo Evangelho, segundo João, 14:6). Nosso Líder Espiritual, Irmão Paiva, nos ensina que, quanto mais perto estamos do Cristo, mais longe ficamos dos problemas. Sempre levo isso no meu coração. E destaco este ensinamento do Irmão Zarur, que toda a humanidade deveria aprender: “Deus criou o ser humano de tal forma que ele só pode ser feliz praticando o Bem”. Agradeço a oportunidade de ser um Legionário da Boa Vontade e desejo que todos nós sigamos em frente, cumprindo nossas missões espirituais na Terra.
Salve, Jesus!
Edição atual de JESUS ESTÁ CHEGANDO!
Livros do escritor Paiva Netto
Brindes especiais: souvenirs para seu dia a dia
Livros infantis
Frete grátis para todo o Brasil
Cadastre-se e seja informado de nossas promoções, receba nossos artigos e notícias.
Ecumenismo
Espiritualidade
Evangelho-Apocalipse
Pesquisar