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Deus é Amor, revela o Evangelho de Jesus

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Paiva Netto apresenta capítulo “As más obras dos nicolaítas”, do recente livro reunido e organizado pela Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista: Jesus e as Sete Igrejas da Ásia — Éfeso.

 

Nesta edição de JESUS ESTÁ CHEGANDO!, apresentaremos mais um capítulo da estupenda obra literária Jesus e as Sete Igrejas da Ásia — Éfeso, lançada em 23 de dezembro de 2023.

Reunido e organizado pela Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — a partir das magistrais pregações da série radiofônica “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”, feitas pelo Presidente-Pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, José de Paiva Netto —, esse livro tem despertado nos leitores enorme contentamento. Aliás, neste mês, essa Academia do Pensamento Espiritual-Ecumênico, fundada em 1o de fevereiro de 2007 pelo Irmão Paiva, completa seu 17o aniversário com a imensa responsabilidade de “iluminar o conteúdo ideológico (espiritual e humano) dos seres de Boa Vontade, da Terra e do Céu da Terra, em todas as áreas de atuação, para que seu modo de exprimir-se e de existir não seja espiritualmente vazio. Trata-se do cumprimento da notável tarefa da Doutrina do Cristo de esclarecer e libertar as criaturas, em Espírito e Verdade, à luz de Sua Ordem Suprema: ‘Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos’ (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35)”, no dizer de seu fundador.

A Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, é composta pelo Instituto de Estudo, Pesquisa e Vivência do Novo Mandamento de Jesus e pelo Instituto de Estudo e Pesquisa da Ciência da Alma. Ao criá-la, o Irmão Paiva Netto ainda definiu seu brilhante propósito: “Por meio da produção de conhecimento universal, isto é, divino e terreno, tem por objetivo dessectarizar a maneira como alguns veem o Cristo de Deus e o Cristianismo, ou seja, mostrar a influência e a aplicabilidade das lições ecumênicas e eternas do Acadêmico Celeste em todos os campos do saber espiritual-humano, apresentando-O de forma irrefragável à humanidade — o que não se limita às fronteiras físicas”.

Portanto, é no cumprimento de sua missão que ela nos apresenta esse minucioso trabalho acerca do Último Livro da Bíblia Sagrada. E sua concretização somente foi possível pela construção e desenvolvimento desse Divino Conteúdo Jesus ao longo de décadas de estudos do Apocalipse Redentor realizados pelo saudoso Proclamador da Religião do Terceiro Milênio, Alziro Zarur (1914-1979) e pelo Presidente-Pregador da Religião Divina, José de Paiva Netto.

A seguir, o capítulo do livro em questão: “As más obras dos nicolaítas”.

Boa leitura!

Os editores

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Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — Acompanhando a análise que Paiva Netto vem fazendo da Mensagem do Cristo remetida aos cristãos de Éfeso, dentro da série “O Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração”, chegamos ao versículo 6 do capítulo 2 do Último Livro da Bíblia Sagrada. Nós nos deparamos então com a referência feita pelo Excelso Pastor aos nicolaítas. Quem eram? O que representavam as suas obras? Por que Jesus aprovou o distanciamento dos seguidores do Caminho das ações dos nicolaítas? Passemos a palavra ao Presidente-Pregador da Religião Divina:

 

6 Mas isto tens de bom: detestas as obras dos nicolaítas, as quais eu também desprezo.

(Apocalipse, 2:6)

 

Estamos chegando ao final de nossa análise sobre a Carta de Jesus à Igreja em Éfeso. Gostaria de me ater à explicação histórica acerca dos nicolaítas. Aliás, vocês notarão que, em expressão moral — ou melhor dizendo, imoral —, eles ainda campeiam pelo mundo.

Recorremos ao pioneiro líder adventista e reconhecido intérprete do Último Livro do Cânone Sagrado, Uriah Smith (1832-1903), que explica:

 

Quão pronto está Cristo a reconhecer quaisquer boas qualidades que possua o Seu povo! Se há alguma coisa que mereça a Sua aprovação, logo a menciona. E nesta mensagem à Igreja de Éfeso, tendo mencionado primeiro os seus bons traços e depois os maus, como se não quisesse passar adiante nenhuma das suas boas qualidades, menciona que eles aborreciam as obras dos nicolaítas, os quais Ele também aborrecia. No versículo 15, é de novo condenada a doutrina com as mesmas características. Parece que os nicolaítas constituíam uma classe de pessoas cujas ações e doutrinas eram abomináveis à vista do Céu. Sua origem está envolvida em certa dúvida. Alguns dizem que procediam de Nicolau de Antioquia, um dos sete diáconos (Atos 6:5); outros, que a sua origem era atribuída a ele, só para se apoiar com o prestígio do seu nome; e, finalmente, outros, que a seita tomou o nome de um Nicolau de data posterior, e é esta provavelmente a opinião mais correta. Acerca das suas doutrinas e práticas, parece ser opinião geral que defendiam a poligamia, considerando o adultério e a fornicação como coisas indiferentes, e permitiam o comer coisas oferecidas aos ídolos. (Ver Religious Encyclopedia, Clarke, Kitto e outras autoridades).

 

Há também uma nota de rodapé, em que ele ainda pondera:

 

Talvez devamos ver em Nicolau um nome simbólico como em Balaão, Antipas e Jezabel. Ora, Nicolau quer dizer “conquistador ou triunfador do povo” e deve ser a versão grega do hebraico Balaão (ou Bal-aam) “senhor ou destruidor do povo”. Sendo assim, os nicolaítas eram os partidários ou defensores de sistema iníquo e idólatra.

 

Digo sempre que só o Bem justifica a existência humana. Nada de duradouro se constrói afastado do bom senso, que, em profundidade, igualmente significa Amor. Deus e Jesus são a Rocha sobre a qual podemos confiantemente construir e de forma segura aprender os Ditames Sublimes. Logo, fora desse inabalável Alicerce, o que se tem é o mais completo esquecimento da História. Daí as incertezas e o tão pouco que se sabe sobre os nicolaítas. Independentemente das especulações, Jesus fez conhecer que as obras deles eram más, que os nossos Irmãos em Éfeso as desprezavam e por essa razão foram reconhecidos pelo próprio Cristo na defesa contra essa reprovável perturbação.

 

De o Evangelho do Sexo

Costumo afirmar que Deus criou o sexo. O ser humano, a perversão sexual e suas consequências. É no terreno do Espírito, e não entre as pernas da fêmea e do macho, que se encontra a sede do Amor. O sexo é apenas uma faculdade da Universidade Amor que cuida do mais elevado sentimento que pode envolver a Alma.

Nossos Amigos Espirituais que cooperam incessantemente com a Revolução Mundial dos Espíritos da Luz, na Quarta Revelação — a Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo —, sempre me pedem que eu fale aos jovens de todas as idades sobre esse tema.

Registrei nos originais do meu livro Evangelho do Sexo, elucidativa revelação feita pelo Irmão Flexa Dourada (Espírito), no dia 2 de agosto de 2003, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, durante uma das Reuniões do Centro Espiritual Universalista, o CEU da Religião Divina, pela sensitividade do Cristão do Novo Mandamento Chico Periotto. Na ocasião, tratou dos motivos que levam muitos a deturparem o real significado do sexo — distorção que os nicolaítas normalizaram — e apontou o caminho para não sermos enquadrados nisso:

 

O sexo e a trama do mal

Numerosas Almas que ainda persistem no erro costumam vampirizar as criaturas humanas. Estão entre as piores espécies de entidades do astral inferior do Mundo Espiritual. São espíritos especializados em deturpar o sexo na Terra. E o ato sexual é uma coisa tão bonita que Deus criou para o homem e para a mulher! Mas o que vem ocorrendo por aí nesse campo é trama de satanás. Ele “está desesperado por saber que lhe resta pouco tempo” (Apocalipse, 12:12) e já não sabe mais o que fazer. Porém, Jesus o está encurralando. E os seres humanos, iluminados pela Espiritualidade Ecumênica que a Religião Divina encarna, sempre encontrarão o equilíbrio necessário. Jesus manda perseverar no Bem até o fim.

 

Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — Muito a propósito, fomos buscar este ensinamento publicado pela Editora Elevação no livro Reflexões sobre Jesus e Suas Leis (2023), de autoria do ínclito Irmão Dr. Bezerra de Menezes (Espírito), pela sensitividade de Chico Periotto:

 

Aos olhos da Terra, o surgimento de doenças infectocontagiosas geralmente é, na verdade, uma resposta aos seres humanos transgressores dos próprios limites. Temos fronteiras a respeitar. Aos homens e às mulheres encarnados, os horizontes sexuais sem limites corromperam a relação pura do sexo criado por Deus. E o retorno disso aí está campeando pelo planeta, com o aumento trágico das doenças sexualmente transmissíveis. Suas consequências serão terríveis e de devastadoras proporções.

 

Academia Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista — Diante da importância do assunto, recorramos a comentários que surgiram durante descontraído bate-papo do Líder da Juventude Ecumênica da Boa Vontade de Deus, em São Paulo/SP, com jovens de todas as idades, e que se encontram publicados em Reflexões e Pensamentos — Dialética da Boa Vontade (1987). Diz Paiva Netto:

 

Em primeiro lugar, não sou palmatória do mundo. Entretanto, o sexo tem sido uma preocupação obsessiva da humanidade. Poucos têm alcançado a sua Mensagem de Luz. (…) O planeta Terra não é a casa da mãe joana. Os que assim o consideram erram redondamente. E sofrem os efeitos dos seus enganos. É lógico. Deus criou o sexo, mas o ser humano, as doenças venéreas e suas consequências. “Deus é Amor”, ensinou Jesus (por intermédio de João Evangelista, Primeira Epístola, 4:8). Sexo sem Deus, que é Amor, leva à frustração mais completa, às infecções e até à loucura. Costumo dizer que sexo sem Amor enfastia. Tudo o que foge ao equilíbrio entedia, enoja e um dia se vomita. Hoje tudo é “sexo”. Dá-se uma topada: “sexo”! Alguém espirra: “sexo”! (espirro sexual — risos); não se coloca o boné direito na cabeça: “sexo”!; dois carros chocam-se na esquina: “sexo” (neste caso, pode ser que, por distração ao volante, o seja)!; inflação: “sexo!” (risos) Já explicamos esse fenômeno: durante milênios, houve uma espécie de prisão geral da sociedade, no que diz respeito principalmente à Sexologia.

 

Sexo é criação

A humanidade, em processo de amadurecimento, foi entrando por todas as portas que lhe eram vedadas oficialmente, porque, na verdade, mesmo que às escondidas, as criaturas sempre andaram quebrando trancas de qualquer maneira. Então… “descobriu-se” o sexo… (risos) que certamente já existe desde antes da criação deste orbe… O surgimento do Universo foi um ato sexual sublimado por Deus, ipso facto, sem doenças venéreas… Sexo é criação. Não surgiu para malversação das energias humanas. Quem assim age, mesmo que se tenha como muito esperto, avançado… por consequência é um dilapidador de si próprio ou de si mesma. Há um ditado popular que exprime os excessos universais de agora:

 

Quem jamais comeu melado, quando come se lambuza

 

A humanidade está embriagada pelo “sexo”… num completo porre… Um dia, porém, por força do Amor ou da Dor — cumpre que ela escolha seu caminho em função do livre-arbítrio —, tudo seguirá a correta marcha à felicidade.

 

* * *

 

Sexo se faz com o coração

No dia 3 de setembro de 2005 (sábado), ao palestrar aos Jovens Legionários da Boa Vontade que se encontravam na Regional da LBV, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, chamei-lhes a atenção para as funestas consequências de se querer separar sexo de Amor, casamento de Amor.

Já houve quem escrevesse, e pessoa conceituada, que o sexo é mais importante que o Amor. Respeito o seu ponto de vista. Porém, depois há quem fique espantado, questionando:

“Por que tanta violência, estupros, tanto isso, tanto aquilo?”

“O que aconteceu com a minha filha?”

“O que aconteceu com o meu filho?”

Mas separam o sexo do Amor. Ora, sexo se faz com o coração. Quando nós, seres humanos, aprendermos isso, estaremos caminhando na direção da Paz.

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