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Como é a Vida logo após o desencarne?

Extraído da edição 84

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A sagrada missão da Religião Divina na Terra, amplamente divulgada pela Super Rede Boa Vontade de Comunicação e vivenciada a partir de seus Espaços Ecumênicos, é preparar os Seres Humanos para a Volta de Jesus ao Planeta que Ele criou por determinação de Deus. Em seu trabalho de unificação, a Religião do Amor Universal firma-se nas profecias apocalípticas contidas desde a narrativa da Gênese mosaica, asseverando que a Revelação do Cristo é legítimo mandamento de esperança. No Apocalipse, o Livro das Profecias Finais, o único assunto afirmado como fim é o término das maldades humanas e a extinção da ignorância espiritual, como no capítulo O Novo Céu e a Nova Terra (Apocalipse, 21: 4): “E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, não haverá mais morte, não haverá mais luto, não haverá mais pranto, nem gritos, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.”

Sustentada por tão sublimes ensinamentos, a equipe da revista JESUS ESTÁ CHEGANDO! esclarece dúvidas de leitores sobre o desencarne, fato comum no dia a dia do orbe terreno, embora o assunto careça ser vivenciado sob sua verdadeira ótica, a espiritual.

Qual a posição que devemos ter quando ocorre o desencarne de alguém que gostamos muito?

Esclarece o Presidente-Pregador da Religião de Deus, José de Paiva Netto, que “nem a morte separa os que se amam. Menos quando há suicídio.”. O desenlace físico apenas muda a forma de contato entre aqueles que fazem do sentimento sublime o verdadeiro vínculo entre os corações. Quando um ente querido deixa as condições de vida terrena, passa a vibrar em ambiência de vida muito mais sensível ao seu pensamento, aos seus anseios. Na Terra, comumente, deparamo-nos com pessoas que se habituam a expressar a saudade de forma não muito educada, chegando, por vezes, até ao desespero dos sentidos. Embora ausente das percepções visuais dos encarnados, os Espíritos recém-libertos lhes recebem as formas-pensamentos, as vibrações, isto quando não veem nitidamente os entes amados a suplicar-lhes a presença. Então, o Ser livre das algemas físicas, quando não entende claramente o fenômeno do qual foi protagonista, grita: “estou aqui! não morri!”, fazendo com que sua nova casa, seu novo corpo, sofra a nefasta consequência que a tristeza lhe oferece.

Em Seu Evangelho, segundo Lucas (9:57 a 62), Jesus ordena a um discípulo: “Segue-me!, e este, cuidando do enterro do genitor, retruca: Mestre, permite-me que vá primeiro enterrar meu pai, ao que Jesus responde: Deixa que os mortos enterrem os seus mortos.” A passagem nos dá grande campo para análise. Notamos a referência que o Cristo dá à morte, apontando-a, apenas, como uma possibilidade de crença. Em todos os Seus magníficos desígnios, configurados nas linhas de Seu Evangelho e Apocalipse, nosso Mestre Jesus exorta a perenidade da Vida, ao apontar o Reino de Deus, latente em cada criatura. Como em outra passagem, relatada pelo apóstolo Marcos (12:27): “Deus é Deus de vivos, não de mortos. Como não crerdes nisso, errais muito.” Portanto, respondendo ao cerne da pergunta, é de suma importância que nos mantenhamos recolhidos em prece quando participarmos das despedidas a um ente querido que nos antecede ao Mundo da Verdade. Devemos fazer silêncio íntimo e não pensar na morte que ocorre em um plano, mas, sim, no nascimento que acontece em outro. O ilustre Dr. Bezerra de Menezes (1831-1900), Coordenador da Equipe Espiritual Ecumênica da Religião de Deus, elucida-nos: “Enderecem aos seus entes queridos do Espaço vibrações de Vida, acordes do resplandecer. Porque a Vida do outro lado da Vida da Terra é cheia de Luz, de Trabalho e de Equilíbrio”.

Certamente, nos primeiros momentos de um desencarne, o Espírito recebe amparo de dedicados Irmãos Espirituais, a serviço de Deus, no trabalho de ambientação e fortalecimento.

Uma pessoa negra, branca, amarela ou “vermelha” pertencerá sempre à mesma raça em todas as encarnações? E um homem, pode retornar como mulher?

Os Desígnios de Deus para a evolução dos Seres não se subordinam aos parâmetros de etnia, sexo ou tempo. Cada medida de apresentação física destinada a instância de evolução na Terra é detalhadamente avaliada na Espiritualidade, não como punição, mas como sábio ajuste para que o Ser Imortal evolua e anexe a seu currículo espiritual a devida bagagem de conhecimento eterno que, ora pode ser despertado com a forma masculina, ora despertado na forma feminina. Uma existência representada na etnia branca, outra com a pele negra, ou ainda, amarela, etc., sempre a congregar valores à Alma.

A origem genealógica do Espírito é o Amor de Deus. Quanto ao seu destino, é importante a análise da lição trazida por Jesus em Seu Evangelho, segundo João, capítulo 3:8, quando responde a Nicodemos: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas ignoras de onde ele vem e para onde vai. Assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” Reparemos que o Mestre aponta o princípio da Inteligência Suprema ao dizer sopra onde quer, identifica o estágio de evolução em que se encontra o conhecimento humano ao afirmar ignoras. Cada sexo e cada raça, assim como a posição social, proporcionam provações e deveres especiais que permitem ao Espírito adquirir ensinamentos necessários ao seu progresso espiritual.

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